História
Ocorre muitas vezes por dia no mundo todo. Alguém, em qualquer
lugar, pega um violão ou guitarra encordoado com Elixir®
Strings, toca uma música e escuta extasiado o lindo som que
ele produz e, se pergunta: Quanto tempo essas cordas estiveram no
violão? Qual é o segredo por trás desse incrível
som?
A resposta simples é que esses sons vêm do nosso amor
pela música. É realmente nesse ponto onde começa
a história da Elixir® Strings, por mais que sejamos fabricantes
de cordas, somos fanáticos por música e com uma missão:
a de proporcionar uma melhor experiência cotidiana de execução
aos músicos. Mas a dedicação sem compromisso
fará com que uma corda não chegue muito longe sozinha.
Existe, além disso, uma grande parte de ciência escondida
nesses sons, e tudo começa com a pessoa que toca o instrumento.
Em qualquer momento que você toque um violão ou qualquer
outro instrumento de cordas, deixa algo de si mesmo. Não
estamos falando nem de sacrifício artístico nem de
emoção do coração, estamos falando de
algo físico real seu: suor, gorduras, pele morta, e qualquer
sujeira ou pó que tinha nas mãos quando se sentou
para tocar. A não ser que tenha um microscópio muito
potente, não poderá ver nada disso em suas cordas.
No entanto, estão aí, se esfregando e se acumulando
entre as ranhuras, cada vez que você toca. Uma vez instalados,
corroem o metal e, progressivamente, matam o som até que
sua corda se transforma em uma sombra de seu ser original. E estes
não são seus únicos adversários. O meio
ambiente em que você toca também influi no som e na
longevidade de suas cordas. A umidade, a maresia, a bruma do clube,
e outras condições, tudo isso afeta sua performance,
e, ao mesmo tempo, afeta você também.
A solução seria blindar suas cordas contra todos
esses elementos daninhos. Mas como? E com quê?
Tais questões, surpreendentemente, estavam longe de nossas
mentes em 1995, ano em que a Elixir® Strings nasceu. Apesar
de que estávamos trabalhando com cordas para violão,
as cordas não estavam perto de nenhum violão.
Ao contrário, estávamos usando-as como teste na nossa
tentativa de desenvolver uma melhor variedade de cabo flexível.
Como parte deste trabalho, nossa equipe de engenharia estava revestindo
as cordas com politetrafluoroetileno, que podemos chamar simplesmente
PTFE para que você possa economizar fôlego para o próximo
show. As cordas revestidas foram bastante úteis como cabos,
mas soavam muito mal como cordas de violão. (Imagine um violão
encordoado com espaguete velho). Mesmo assim, a simples idéia
levou alguns violonistas entre nós a pensar… E se pudéssemos
alterar o revestimento e consertar o processo de modo que as cordas
soassem de maneira genial? Poderíamos fabricar uma corda
revestida que chamasse um "mais um, mais um"!!?
O caminho foi cheio de fracassos em tentativas anteriores para
conseguir exatamente a mesma coisa. Nylon, poliuretano, inclusive
metais raros e caros já tinham sido aplicados às cordas
de violão em vários bem intencionados - apesar de
fracassados - esforços para proteger as cordas dos inimigos
do som. Todos esses esforços tinham só uma coisa em
comum: falharam ao tratar de proporcionar som e longa vida às
cordas.
Nos dirigimos ao laboratório. Começamos analisando
nossas cordas de violão favoritas, com o objetivo de estabelecer
um ponto de referência de qualidade e sonoridade ideal. Usando
um analisador de som dinâmico, estudamos tons de cordas, medimos
freqüências, e quantificamos os valores dos sustenidos.
Inventamos um aparelho de prova de abrasão que simulava o
uso e o desgaste natural de um uso normal, trouxemos todo tipo de
equipamentos de fotografia de alta velocidade para estudar as cordas
de violão em uso e a durabilidade do revestimento. Depois
começamos febrilmente a revestir cordas de todas as formas
imagináveis. Se analisava cada novo grupo de protótipo,
e as que recebiam uma aprovação de nossos técnicos
de laboratório enviávamos a uma amostra aleatória
de quase 15 mil violonistas que tinham se comprometido para julgar
nossas idéias; tocando canções, em violões
genuínos, no mundo real.
Este longo trabalho de campo teve como resultado o primeiro protótipo
oficial da Elixir® Strings que foi enviado a 5 mil músicos
para ser testado. Depois de um feedback final e de nos beliscar
uma ou duas vezes, produzimos finalmente uma corda revestida que
foi julgada como a adequada pela equipe de teste mais exigente do
mundo: os ouvidos dos músicos.
Desde então, melhoramos nossas idéias e, hoje, produzimos
várias combinações das cordas originais revestidas
POLYWEB® e a ultra fina NANOWEB® para violão aço
, guitarra, baixo, bandolim e banjo. Cada uma produz um diferente
"sabor" de som, mas todas são variantes da mesma
idéia básica: um tubo de polímero avançado,
microscopicamente fino, que rodeia a corda para protegê-la
da corrosão e da sujeira, sem fazer nenhum contato, aconteça
o que acontecer, com a área crítica do espiral onde
se encontra "a zona crítica do som" e onde nasce
cada nota perfeita.
Por esta e por muitas outras razões, Elixir® Strings
é uma corda séria com clientes músicos no mundo
inteiro. Seja tocando para você mesmo ou para um estádio
cheio de fãs, mantém seu som como novo e seus tons
vivos e brilhantes, de 3 a 5 vezes mais tempo que as cordas comuns;
poupa dinheiro, tempo, problemas e muito mais. As Cordas Elixir® Strings cumprem com a promessa da música. E não se trata de
qualquer música. Cumprem com a promessa da sua música. |
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