Luiz Mariuti

Luis começou a estudar contra-baixo com 13 anos de idade e dentre várias influências, sua maior inspiração foi Steve Harris, do Iron Maiden. Passou seus primeiros anos tocando covers de Iron Maiden, Judas Priest, Ozzy Osbourne, entre outros.
Em 1988, fundou um projeto instrumental intitulado Blue Gas (depois Black’n Blues), focado principalmente no blues, um estilo pelo qual ele é apaixonado. Este projeto mantém-se vivo até hoje e realiza várias apresentações em São Paulo. Atualmente denominado MotorBlues, tem sua formação completada por Ricardo Confessori, na bateria, e Arnaldo Ricci, na guitarra.
A primeira banda de Luis com composições próprias chamava-se Firebox, e chegou a gravar em 1989 uma demo tape intitulada Starting Fire. Ele conta que esta demo tape demorou algum temo para ser lançada, já que naquela época era muito caro gravar uma fita e, apesar do preço que se pagava, a qualidade de gravação era péssima. O serviço para a arte gráfica também era caro, então a banda decidiu usar a criatividade e montar, ela mesma, artesanalmente, todas as mil capas das fitas, uma a uma. O Firebox se tornou uma banda bem conhecida no panorama nacional, sendo considerado a porta de entrada de Mariutti para o Angra. Luis alcançou o reconhecimento do público com o lançamento do primeiro álbum do grupo Angels Cry. Permaneceu na banda por nove anos e gravou mais quatro álbuns. Durante esse período, foi eleito diversas vezes o melhor baixista por diversas revistas especializadas do Brasil e do mundo, como Burnn! (Japão) e Roadie Crew (Brasil).
Em 2000 Luis junto com André e Ricardo, deixam o Angra para formar o Shaaman, onde ele já tem três discos gravados, Ritual, Ritualive (cd e dvd) e Reason. Com a ida do baixista André Nikakis para o exterior, Luis assume o posto de baixista também no Henceforth, já tendo a missão de gravar o álbum de estréia da banda que saiu no ano de 2005.
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